Saiba identificar sinais de sofrimento emocional e a importância do acolhimento

A violência doméstica vai muito além das agressões físicas. Ela deixa marcas profundas e duradouras no corpo, na mente e na vida emocional das vítimas. Este conteúdo tem como base a cartilha de autoria da Dr.ª Luiza Moura de Souza Azevedo e da Dr.ª Michele Aparecida Cerqueira Rodrigues, desenvolvida como um dos produtos de Doutorado das autoras, com o objetivo de ajudar mulheres vítimas de violência doméstica.
Ao conhecer esse material e reconhecer sua relevância científica e social, a AMONP reforça que compartilha este conteúdo por acreditar nessa causa e por reconhecer o trabalho sério e transformador realizado pelas autoras nessa temática. Compreender esses impactos é um passo essencial para romper o ciclo da violência, fortalecer redes de apoio e promover o cuidado integral.
A AMONP compartilha este conteúdo porque acredita que informação é uma ferramenta de proteção, conscientização e transformação social. Falar sobre violência doméstica é um compromisso com a vida, com a dignidade humana e com a construção de uma sociedade mais justa e segura.
O que é violência doméstica?
De acordo com a Lei Maria da Penha, a violência doméstica e familiar contra a mulher envolve qualquer ação ou omissão que cause sofrimento físico, psicológico, sexual, moral ou patrimonial. Ela pode acontecer dentro de casa, no ambiente familiar ou em relações íntimas de afeto.
Essas formas de violência não se limitam a agressões visíveis. Muitas vezes, o controle, a humilhação, o medo constante e o isolamento social causam danos tão graves quanto a violência física.
Por que a AMONP compartilha esse conteúdo
A AMONP acredita que o enfrentamento da violência doméstica passa pela educação, pela informação de qualidade e pela mobilização coletiva. Ao compartilhar este conteúdo, a instituição reafirma seu compromisso com a defesa dos direitos humanos, da saúde mental e da proteção de mulheres, crianças e famílias.
“Falar sobre violência doméstica é salvar vidas. A informação acolhe, orienta e fortalece quem muitas vezes não sabe que está vivendo uma situação de violência”, afirma Mailda Lima, Assessora da AMONP.
“A AMONP entende que esse é um tema que precisa ser tratado com responsabilidade, sensibilidade e compromisso social. Nosso papel é contribuir para a conscientização e para o fortalecimento das redes de apoio”, destaca Paulo Roberto da Silva, presidente da AMONP.
Onde buscar ajuda
Se você ou alguém que você conhece está em situação de violência doméstica, procure ajuda:
- Disque 180 – Central de Atendimento à Mulher
- 190 – Polícia Militar (emergências)
- Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAM)
Você não está sozinha. A violência doméstica não é um problema privado — é uma questão de saúde pública e de direitos humanos.
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